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Avaliação Ergonômica Preliminar prazo prorrogado para 2026, mas adiar é um risco!

O prazo para elaboração da Avaliação Ergonômica Preliminar (AEP) foi oficialmente prorrogado. 

Um suspiro de alívio para muitos gestores? Talvez.  Mas atenção: respirar aliviado agora pode significar um sufoco financeiro e operacional enorme no futuro. 

A prorrogação do prazo não anula a obrigatoriedade da AEP, uma ferramenta preventiva fundamental e agora exigida por lei. Adiar sua implementação é um risco calculado que poucas empresas podem realmente bancar.

A AEP não é burocracia: é prevenção

A Norma Regulamentadora 17 (NR 17) deixou claro: a AEP é obrigatória para todos os estabelecimentos com empregados regidos pela CLT. 

Mas por que essa exigência? Simples: porque ela é a primeira linha de defesa contra um dos maiores vilões da saúde ocupacional e da produtividade: os riscos ergonômicos

Qual é o papel da AEP?

A AEP é a identificação precoce, a “lupa” que examina sistematicamente os postos de trabalho antes da implantação ou mudança significativa. 

Seu objetivo é identificar potenciais fontes de desconforto, fadiga e lesões relacionadas à ergonomia (layout, mobiliário inadequado, repetitividade excessiva, esforço físico intenso, posturas viciosas, etc.).

Ao flagrar esses riscos antes que os colaboradores sejam expostos, a AEP permite intervir proativamente. 

Isso significa redesenhar processos, escolher móveis adequados, ajustar layouts, definir ritmos sustentáveis, agir para evitar o problema, não somente remediá-lo.

O resultado direto dessa prevenção é um ambiente mais seguro e saudável. Menos dores musculares, menos casos de LER/DORT, menos fadiga crônica. Ou seja, mais bem-estar, maior satisfação e maior retenção de talentos.

A AEP ainda vai ser obrigatória?

A prorrogação do prazo NÃO é licença para ignorar a AEP: a obrigatoriedade permanece! Este é o ponto crucial que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de esquecer:

  1. A obrigatoriedade continua intacta: a prorrogação altera o quando você precisa ter a AEP pronta, mas não elimina a necessidade de fazê-la. Ignorar essa exigência é descumprir a NR 17;
  2. Adiar = acumular riscos (e custos): cada dia de atraso na realização da AEP é um dia em que potenciais riscos ergonômicos não são identificados e corrigidos. Isso significa:
    • Exposição dos colaboradores: funcionários trabalhando em condições que podem causar lesões sérias e crônicas;
    • Surtos de LER/DORT: problemas que geram absenteísmo (faltas), presenteísmo (baixa produtividade no trabalho), rotatividade e custos altíssimos com tratamentos e reabilitação;
    • Ações trabalhistas: funcionários que desenvolvem lesões por trabalho em condições ergonômicas inadequadas têm grande chance de ganhar ações judiciais, gerando custos com indenizações, honorários advocatícios e danos à imagem;
    • Perda de produtividade: um ambiente ergonomicamente pobre é um ambiente menos eficiente.

Por que antecipar a AEP em 2025? 3 vantagens competitivas 

A prorrogação pode dar a falsa impressão de que há “tempo de sobra”. Porém, já estamos no segundo semestre no ano, entenda por que agir agora coloca sua organização em vantagem:

1. Fuja da “Fila da AEP”: evite a sobrecarga (e a escassez) de 2026

Imagine o cenário no primeiro semestre de 2026: milhares de empresas correndo desesperadas para cumprir o prazo. Consultorias qualificadas estarão sobrecarregadas, com agendas lotadas e prazos dilatados. 

Quem deixar para a última hora:

  • Enfrentará dificuldade para encontrar profissionais disponíveis;
  • Arriscará contratar serviços apressados e de baixa qualidade, o que pode gerar não apenas inconformidade, mas novos riscos ergonômicos;
  • Terá poder de negociação reduzido: na pressa, você aceitará condições menos favoráveis.

Antecipar em 2025 é garantir atenção especializada, análises detalhadas e um processo tranquilo.

2. Blinde seu orçamento: valores mais acessíveis em 2025

A lei básica da oferta e da demanda é implacável. Conforme a demanda por serviços de AEP disparar em 2026:

  • Os preços tendem a subir significativamente (estimativas apontam para aumentos de 30% a 40%);
  • Promoções, descontos por pagamento à vista ou condições especiais para pacotes tenderão a desaparecer.

Agir em 2025 significa:

  • Negociar em um mercado ainda equilibrado;
  • Garantir preços mais justos e condições comerciais vantajosas;
  • Diluir o investimento no seu orçamento anual atual, sem sustos no próximo ano.

3. Ganhe tempo para agir (e evitar autuações)

A AEP não é um mero “para apresentar à fiscalização”. Ela é um plano de ação. Realizá-la em 2025 dá a você um bem preciosíssimo: TEMPO.

  • Identificação tardia = correção apressada: se problemas sérios forem encontrados às vésperas do prazo final (2026), você pode não ter tempo hábil ou recursos para corrigi-los adequadamente antes de uma eventual fiscalização;
  • Implementação gradual: com a AEP em mãos ainda em 2025, você pode planejar e executar as adequações ergonômicas (compra de mobiliário, ajustes de layout, treinamentos) de forma faseada e financeiramente sustentável;
  • Proatividade = evidência de conformidade: ter a AEP implementada e as correções já em andamento (ou concluídas) demonstra à fiscalização um compromisso genuíno com a norma, reduzindo drasticamente o risco de autuações.

A prorrogação do prazo da AEP não é um convite à procrastinação. É, na verdade, uma janela de ouro para empresas que pensam à frente. Antecipar a elaboração da sua Avaliação Ergonômica Preliminar ainda em 2025 significa:

  • Redução de custos: evite sobrepreços e garanta melhores negociações;
  • Qualidade garantida: escolha consultorias de excelência com calma;
  • Gestão de risco eficaz: identifique e corrija problemas antes que gerem multas ou lesões;
  • Tranquilidade operacional: evite o caos e a pressão da corrida contra o relógio em 2026;
  • Vantagem competitiva: demonstre maturidade em SST e valorize sua marca empregadora.

Os riscos que sua empresa corre ao adiar a AEP

A decisão de procrastinar a AEP pode parecer confortável hoje, mas é uma bomba-relógio operacional, financeira e legal. Conheça os perigos reais de esperar até o limite do prazo:

O “apagão” de especialistas: entrega em risco e qualidade comprometida

Em 2026, a demanda por serviços de AEP vai explodir exponencialmente. O resultado? Como já falamos acima, é provável ocorrer uma escassez de profissionais qualificados: consultorias sérias terão agendas lotadas meses antes. 

Empresas que procurarem tardiamente enfrentarão: recusa de serviços por capacidade esgotada e dependência de consultorias sem experiência comprovada em ergonomia.

Correndo o risco de não entrega no prazo legal, simplesmente não conseguir finalizar a AEP antes do fim do prazo (previsto para 2026) por falta de recursos técnicos disponíveis..

Tradução: falta de especialista + prazo curto = AEP malfeita ou não entregue = multa certa e trabalhadores em risco.

A inflação da AEP: preços nas alturas e contratos de urgência

A lei do mercado é clara: alta demanda + baixa oferta qualificada = preços estratosféricos. 

Em 2026, esperam-se aumentos de 40% a 60% nos valores: o mesmo serviço prestado com calma em 2025 custará muito mais no ano do desespero.

Além disso, em um cenário de escassez, fornecedores podem impor prazos de pagamento curtíssimos e termos de responsabilidade limitada, transferindo riscos para sua empresa.

A tempestade perfeita: multas, ações trabalhistas e danos irreparáveis

Deixar para a última hora não é só caro, é juridicamente perigoso: o MTE estará especialmente atento ao cumprimento do novo prazo em 2026. A probabilidade de autuação para quem não tiver a AEP pronta será máxima. 

Lembre-se: a multa por descumprimento da NR 17 é por empregado exposto (Art. 202 da CLT).

Adiar não é só uma opção, é um convite ao prejuízo. Deixar a AEP para 2026 não é apenas “deixar para depois”. É uma decisão ativa de:

  1. Entrar na fila do caos operacional e da escassez técnica;
  2. Assinar um cheque em branco para consultorias de urgência e multas pesadas;
  3. Abrir as portas para passivos trabalhistas gigantescos e danos à reputação.

Não transforme 2026 no ano do desastre ergonômico e financeiro da sua empresa! A única escolha racional é agir HOJE. Faça seu AEP com a Premium.

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